Ex-goleira da seleção vai ao congresso por profissionalização do futebol

Saiu a matéria super bacana escrita por Roberta Nina do Dibradoras sobre a luta que iniciamos a través do FENAPAF (Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol) e com apoio do SIAFMSP (Sindicato dos Atletas Profissionais de futebol do Município de São Paulo), pela PROFISSIONALIZAÇÃO do futebol feminino no país.

Nascida em Santo André, a goleira que atualmente veste a camisa do Santos Futebol Clube, está encabeçando uma luta que há muito tempo precisa ser vencida: a profissionalização das jogadoras de futebol. “Já deveria ser considerado profissional, né? A lei trabalhista não distingue gênero. A jornada e os horários que trabalhamos já deveriam contar como profissional, mas não é. Não podemos mais aceitar que meninas, que se dedicam ao futebol, de segunda a segunda, ainda sejam consideradas amadoras”, declarou Thais às dibradoras. E essa é a realidade do futebol feminino. São raras as atletas que têm registro profissional pela função que exercem. Com a obrigatoriedade da Conmebol, as coisas tendem a melhorar daqui por diante, mas e os anos que foram perdidos

Nem metade do tempo que eu joguei, eu tenho de registro (profissional) de carteira assinada. Por isso, fui instruída a pagar por fora a minha própria contribuição, mas não tenho nem 10 anos pagando. No Brasil, só tive contrato de profissional com dois clubes, o São Paulo e recentemente pelo Santos. Se juntar os anos em que joguei nos times nacionais, não tenho nem quatro anos de registro”, revelou a jogadora que também defendeu a seleção brasileira por mais de 10 anos…
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